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Atenção: Colatina registra primeira morte por Oropouche em 2025 no ES

Homem de 52 anos tinha comorbidades e faleceu em janeiro; Estado já soma mais de 6,5 mil casos confirmados da doença este ano

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Atenção: Colatina registra primeira morte por Oropouche em 2025 no ES

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou, nesta segunda-feira (19), a primeira morte por Oropouche registrada no Espírito Santo em 2025. A vítima era um homem de 52 anos, morador de Colatina, que tinha histórico de hipertensão e cardiopatia. Segundo a Sesa, o óbito ocorreu no dia 16 de janeiro, e a infecção pelo vírus foi confirmada por exame de RT-PCR. O nome do paciente não foi divulgado.

Este é o segundo óbito por Oropouche confirmado no estado desde o surgimento da doença em abril de 2024. A primeira morte ocorreu em dezembro do ano passado. Em 2025, o Espírito Santo já contabiliza 6.524 casos confirmados, com uma taxa de letalidade de 0,01%.

A Sesa ressaltou que as mortes suspeitas por Oropouche “passam por investigações epidemiológicas e laboratoriais minuciosas, utilizando diferentes métodos para eliminar outras possíveis causas e confirmar o diagnóstico”.

Transmissão e prevenção

O vírus Oropouche é transmitido principalmente pelo Culicoides paraensis, conhecido popularmente como maruim, um pequeno inseto que, ao picar uma pessoa ou animal infectado, pode carregar o vírus por alguns dias e transmiti-lo a indivíduos saudáveis. A informação é do Ministério da Saúde.

Ainda segundo o Ministério, não há tratamento específico para a doença. O recomendado é que o paciente permaneça em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.

Entre as medidas de prevenção orientadas estão:

  • Evitar áreas com alta ocorrência do inseto;
  • Usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplicar repelente nas partes expostas;
  • Limpar terrenos, especialmente locais de criação de animais;
  • Recolher folhas e frutos do chão;
  • Instalar telas de malha fina em portas e janelas.

As autoridades de saúde reforçam o alerta para a população adotar medidas preventivas e buscar atendimento médico ao surgirem sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, náuseas ou tontura.

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