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Ministério Público apura sete denúncias contra gestão do prefeito Renzo Vasconcelos em Colatina. Câmara de vereadores também citada

Inquérito Civil investiga possíveis irregularidades administrativas, assédio moral e contratações suspeitas

Por ES Fala
· 1 min de leitura · Sem comentários
Ministério Público apura sete denúncias contra gestão do prefeito Renzo Vasconcelos em Colatina. Câmara de vereadores também citada

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Colatina, instaurou um Inquérito Civil para apurar sete denúncias contra a atual administração da Prefeitura Municipal de Colatina, sob o comando do prefeito Renzo Vasconcelos. A Câmara Municipal de Colatina também é citada no procedimento.

O caso é conduzido pelo promotor Sérgio Geraldo Dalla Bernardina Seidel, e o procedimento está classificado como extrajudicial, com foco em atos de improbidade administrativa, incluindo dano ao erário, enriquecimento ilícito, violação de princípios administrativos e até assédio moral no ambiente de trabalho.

As denúncias, apresentadas por meio de denúncia popular registrada sob o protocolo OUV2025144311, apontam uma série de possíveis irregularidades. O inquérito encontra-se atualmente em análise no setor da promotoria.

Confira as denúncias investigadas:

  1. Omissão e irregularidades em casos de assédio sexual no serviço público;
  2. Contratação da empresa Centroamérica Tecnologia, investigada por envolvimento com organização criminosa;
  3. Falta de transparência no portal público da Prefeitura de Colatina;
  4. Uso abusivo do regime de urgência em projetos de lei municipais;
  5. Contratação direta irregular pela prefeitura, sem realização de licitação;
  6. Contratação de empresa sem licitação, levantando suspeitas de favorecimento;
  7. Adesão a atas de registro de preços de outros estados e contratações de empresas envolvidas em escândalos de corrupção e operações da Polícia Federal.

Segundo a ementa do procedimento, documentos detalhando as denúncias foram anexados ao processo para apuração dos fatos.

Com o inquérito instaurado, o MPES poderá requisitar documentos, ouvir testemunhas e adotar outras medidas legais cabíveis. O objetivo é verificar se houve violação aos princípios da administração pública, má gestão de recursos ou favorecimentos indevidos.

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