MP deflagra megaoperação contra o Comando Vermelho em Rio Bananal e cumpre 49 mandados de prisão

Ação integrada envolve o Espírito Santo e a Bahia; principais alvos foram presos em Fundão antes da operação ser deflagrada

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) deflagrou nesta quarta-feira (11) a Operação “Bandido Não Se Cria”, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada ao Comando Vermelho, atuante no tráfico de drogas e associação para o tráfico no município de Rio Bananal e em outras regiões capixabas. A ação também alcança cidades do sul da Bahia.

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A operação é conduzida pela Promotoria de Justiça de Rio Bananal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO-Norte), com apoio da Assessoria Militar do MPES, do GAECO do Ministério Público da Bahia (MPBA) e da Polícia Civil do Espírito Santo.

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MP faz operação conta CV, em Rio Bananal/Crédito Bananal Online

As primeiras prisões ocorreram ainda na tarde de terça-feira (10), quando os dois principais alvos da investigação foram localizados e presos em Praia Grande, no município de Fundão. Segundo o MP, ambos estavam sendo monitorados e havia indícios de que tentariam fugir antes do início oficial da operação.

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A operação cumpre ao todo 49 mandados de prisão temporária e 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Rio Bananal, Serra, Fundão (ES), Itabuna e Camacan (BA). O foco é recolher documentos, celulares, computadores, mídias e demais materiais que possam fortalecer o andamento da investigação, que ainda tramita sob sigilo judicial.

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Detidos são encaminhados para Delegacia de Linhares/Redes sociais

A operação mobiliza uma força-tarefa que inclui:

  • Promotores de Justiça e servidores do MPES;
  • Policiais militares da Assessoria Militar do MPES, da Diretoria de Inteligência da PMES, da Força Tática, do GAT do 12º BPM e do Batalhão de Ações com Cães (BAC);
  • Delegados e oficiais da Polícia Civil do Espírito Santo.

Na Bahia, o cumprimento das diligências é realizado pelo GAECO e GAEP do MPBA, com apoio da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP/BA) e da Polícia Civil baiana.

A ofensiva faz parte de uma ação conjunto para enfraquecer o poder de articulação de facções criminosas interestaduais e ampliar o controle sobre redes de tráfico e violência que afetam o interior capixaba e regiões vizinhas.

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