Se queimar a lâmpada do poste, quem resolve? Colatina está sem empresa de manutenção elétrica após fim de contrato

Sem contrato vigente, município depende de licitação ainda em fase de análise; problemas que surgirem no período podem ficar sem atendimento imediato

Chegou ao fim o contrato da empresa responsável pela manutenção de serviços essenciais no município, e uma nova licitação está em curso para selecionar a próxima prestadora. Enquanto isso, a população e o poder público enfrentam um período de indefinição, sem garantias de que novas demandas emergenciais possam ser atendidas com rapidez.

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A licitação, de grande vulto, encontra-se atualmente na fase de negociação com o primeiro colocado, a empresa WT Tecnologia Gestão e Energia S/A. No entanto, o processo ainda está longe da conclusão. Nesta fase, o agente de contratação solicitou uma diligência à empresa, que ofereceu um preço significativamente abaixo do estimado inicialmente. A intenção é verificar se o valor proposto realmente permite a execução do contrato com qualidade e viabilidade.

De acordo com informações da comissão responsável, a empresa tem até hoje, o dia 2 de julho de 2025 para comprovar a exequibilidade da proposta. A partir daí, duas possibilidades se abrem: se os documentos forem aceitos, a empresa avança para a fase de habilitação, na qual será verificada sua documentação legal, técnica e fiscal. Caso contrário, o segundo colocado será convocado para assumir a negociação.

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Só após o término da habilitação, com todas as diligências concluídas, é que o processo seguirá para adjudicação e homologação — etapas finais que incluem a assinatura do contrato pelo prefeito ou secretário responsável.

Enquanto isso, a falta de um contrato vigente preocupa, já que o município não tem uma empresa formalmente autorizada a executar os serviços de manutenção. Isso significa que problemas emergenciais que surgirem — como reparos urgentes, falhas em equipamentos ou estruturas públicas — podem não ser atendidos de imediato.

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A previsão mais otimista indica que o processo licitatório deve levar pelo menos mais um mês até a contratação definitiva da nova empresa. Diante desse cenário, moradores e gestores aguardam uma solução temporária ou emergencial que garanta a continuidade dos serviços até a assinatura do novo contrato.

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