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Caminhoneiro do ES que sumiu em viagem do RJ ao Nordeste fez compras em Linhares no início de julho

José Aldo Faria, de 56 anos, está sem contato com a família desde o dia 4 de julho; movimentações suspeitas com o cartão foram registradas em cidades do Espírito Santo

Por ES Fala
· 1 min de leitura · Sem comentários
Caminhoneiro do ES que sumiu em viagem do RJ ao Nordeste fez compras em Linhares no início de julho

A família do caminhoneiro José Aldo Faria, de 56 anos, morador de Presidente Kennedy, no Sul do Espírito Santo, vive dias de angústia e apreensão desde que ele desapareceu após sair para trabalhar. De acordo com a esposa, Rosimeri Farias Camiletti dos Santos, o último contato com o marido foi no dia 4 de julho. Desde então, nenhuma notícia.

José Aldo havia sido contratado para transportar uma carga de produtos de laticínios de São Francisco do Itabapoana, no Rio de Janeiro, com destino a Fortaleza, no Ceará. Após esse serviço, ele deixaria outra entrega programada, mas nem a empresa que o contratou conseguiu mais contato com o caminhoneiro.

“Ele nunca fica tanto tempo sem dar notícias. A última vez que falei com ele, ele disse que estava bem, mas não disse para onde estava indo. Depois disso, só caixa postal”, relatou Rosimeri.

O desaparecimento se tornou ainda mais preocupante após movimentações do cartão de crédito de José Aldo serem registradas nos municípios capixabas de São Mateus, Linhares e Ibatiba, nos dias 1º e 2 de julho — ou seja, antes mesmo da última conversa com a família.

Além disso, há relatos não confirmados de que o caminhão de José Aldo teria sido visto em Teixeira de Freitas, na Bahia, e também na região de Safra, em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. A Polícia Civil informou que investigações e diligências estão sendo conduzidas pela Delegacia de Presidente Kennedy, mas até o momento não houve localização do caminhoneiro.

A família registrou boletim de ocorrência e pede ajuda da população. Informações que possam auxiliar na localização de José Aldo Faria podem ser repassadas de forma anônima e sigilosa pelo Disque-Denúncia 181 ou pelo site disquedenuncia181.es.gov.br, onde é possível enviar imagens e vídeos.

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