Pais e responsáveis pelas crianças que frequentam o parquinho da Praça Sol Poente, nas proximidades da estação final dos ônibus, em Colatina, estão preocupados com a presença constante de jovens utilizando os brinquedos infantis do local.
De acordo com as reclamações enviadas ao Portal ES FALA, os jovens têm ocupado os equipamentos de recreação destinados às crianças, o que estaria gerando risco de acidentes e danos ao patrimônio público.
Segundo os moradores, os brinquedos não foram projetados para suportar o peso e o porte físico de adolescentes e adultos. Além de aumentar as chances de quebra dos equipamentos, o comportamento tem causado transtornos aos pais, que ficam apreensivos com a segurança das crianças.
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Jovens utilizam brinquedos infantis na Praça Sol Poente de Colatina/Leitor
“Aqui é bom, tranquilo, mas com esses rapazes frequentando é muito ruim, porque a gente não fica em paz. Além de não ser para eles brincarem, pois os brinquedos não suportam seus tamanhos e pesos e podem machucar uma criança. Um dia desses uma mãe chamou a atenção de um rapaz que derrubou seu filho, foi a mesma coisa de falar para o vento”, relatou uma moradora à reportagem.
Diante das situações recorrentes, os pais pedem que a Prefeitura de Colatina adote medidas para proibir o uso dos brinquedos por pessoas fora da faixa etária infantil, preservando a segurança das crianças e a integridade do espaço público.
Os responsáveis também solicitam que a Polícia Militar, que mantém uma base próxima à praça, intensifique a fiscalização e atue quando houver denúncias de uso indevido dos brinquedos.
“A gente evita chamar a atenção porque muitos respondem de forma ríspida ou simplesmente ignoram. Precisamos de apoio para evitar algo mais grave”, completou outro morador.
Frequentado por moradores da região e por crianças que aguardam a chegada dos ônibus acompanhadas dos pais ou responsáveis, o parquinho da Praça Sol Poente é um dos pontos de lazer de Colatina. No entanto, a falta de respeito às regras de convivência tem preocupado quem frequenta o espaço, que deveria ser um ambiente seguro e acolhedor para as crianças.
Os moradores esperam que o caso desperte atenção das autoridades municipais e que medidas preventivas e educativas sejam adotadas para garantir a conservação do espaço e o bem-estar das famílias.















