Briga regada a álcool termina em denúncia de ameaça de morte contra mulher na madrugada de Natal, em Pancas

Caso de violência doméstica mobilizou a Polícia Militar em Pancas; agressor fugiu antes da chegada da guarnição

Uma ocorrência de violência doméstica, envolvendo ameaças de morte, mobilizou a Polícia Militar na madrugada do dia de Natal (25) no município de Pancas. O caso foi registrado em uma residência no bairro Operário e foi enquadrado na Lei Maria da Penha.

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De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada após uma mulher relatar que estava sendo agredida e ameaçada pelo companheiro. No local, a vítima contou que estava ingerindo bebida alcoólica com o homem quando teve início um desentendimento. Durante a discussão, ela teria sido empurrada e passou a receber ameaças de morte.

Segundo o relato, ao perceber que a Polícia Militar havia sido acionada, o agressor deixou a residência e tomou destino ignorado, não sendo localizado até o encerramento da ocorrência. A mulher afirmou que as agressões eram frequentes e que, desta vez, decidiu não permanecer mais no relacionamento, pedindo para ir para a casa da mãe.

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A vítima não apresentava lesões aparentes e informou que não necessitava de atendimento médico naquele momento.

Confusão e consumo de álcool dificultaram atendimento

Durante o atendimento da ocorrência, diversas pessoas começaram a se aproximar da residência, muitas delas aparentemente sob efeito de álcool, o que dificultou o trabalho da guarnição. Em meio à confusão, uma terceira pessoa entrou no imóvel e iniciou uma discussão com a vítima, sendo orientada pelos policiais a se retirar do local.

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A Polícia Militar realizou as orientações cabíveis à mulher sobre seus direitos, incluindo a possibilidade de buscar medidas protetivas e registrar a ocorrência formalmente junto à Polícia Civil.

A violência ocorre em um período marcado por confraternizações, quando o consumo de álcool costuma aumentar e, infelizmente, também crescem os registros de conflitos dentro de casa. A violência contra a mulher, mesmo quando não deixa marcas visíveis, é crime e pode evoluir para situações mais graves.

A Polícia orienta que vítimas ou testemunhas de violência doméstica busquem ajuda imediatamente e denunciem.

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