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Rachaduras, infiltrações e perigo: veja onde funciona parte da Saúde de Colatina

Rachaduras, infiltrações e risco elétrico colocam servidores e usuários em situação de vulnerabilidade

Por ES Fala
· 2 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Rachaduras, infiltrações e perigo: veja onde funciona parte da Saúde de Colatina

Os prédios que abrigam setores da Secretaria Municipal de Saúde de Colatina, no bairro Lacê, mostram um local preocupante: estruturas comprometidas, danos causados por temporais e ausência de solução definitiva, mesmo com setores essenciais em pleno funcionamento.

As edificações, localizadas na Avenida Fidélis Ferrari, foram atingidas por fortes chuvas e vendavais no fim de dezembro, o que resultou em infiltrações severas, áreas interditadas e comprometimento estrutural. Ainda assim, parte da secretaria permaneceu operando no local, incluindo áreas sensíveis da gestão da saúde municipal.

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Crédito SISPMC

A alternativa adotada pela administração foi realocar alguns setores para um prédio vizinho alugado, mas a medida se mostrou insuficiente. Relatos apontam que o imóvel locado também apresenta problemas estruturais, como infiltrações e falhas que mantêm o risco à segurança.

O cenário descrito por servidores é alarmante: rachaduras em paredes, tetos com risco de queda, instalações elétricas expostas e possibilidade de alagamentos, especialmente em um período de chuvas intensas e recorrentes em Colatina. A combinação desses fatores cria um ambiente propício a acidentes previsíveis, como choques elétricos e desabamentos parciais.

A situação levou o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Colatina e Governador Lindenberg a acionar a Defesa Civil de Colatina, solicitando vistoria técnica. O pedido, no entanto, expõe um ponto sensível: o problema só ganhou formalização após os danos se agravarem, enquanto servidores e usuários continuaram expostos.

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Mais do que uma questão administrativa, o caso levanta questionamentos sobre planejamento, prevenção e responsabilidade do poder público. Manter prédios em funcionamento nessas condições, mesmo após alertas e danos visíveis, coloca em xeque a prioridade dada à segurança no ambiente de trabalho e ao atendimento à população.

Enquanto não há laudos conclusivos nem medidas estruturais definitivas, o que permanece é a insegurança — e a expectativa de que uma resposta efetiva venha antes que o risco anunciado se transforme em tragédia.

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