As obras na Ponte Fontenelle, localizada na BR-259, entre Colatina e Baixo Guandu, continuam causando transtornos para quem precisa utilizar o trecho diariamente. Iniciada no ano passado, a intervenção ainda não foi concluída e mantém o tráfego operando em sistema de “pare e siga”, com uma das pistas da estrutura interditada.
A previsão inicial era de que a liberação total da ponte acontecesse até o fim de fevereiro, prazo que não foi cumprido. Desde então, motoristas enfrentam filas constantes, que se formam rapidamente e provocam atrasos, principalmente para trabalhadores que dependem da rodovia no dia a dia.
Além da lentidão, há restrições para veículos de grande porte. Caminhões e outros veículos pesados só podem atravessar a ponte se estiverem dentro do limite de 33 toneladas. Caso ultrapassem esse peso, os condutores precisam recorrer a rotas alternativas indicadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
Entre as opções, motoristas que trafegam entre Colatina e Baixo Guandu podem utilizar a ES-446, passando por Itaimbé. Já quem sai de Vitória com destino a Baixo Guandu deve seguir pela BR-101 até Fundão e depois acessar a ES-261.
Para trajetos mais longos, como entre Governador Valadares e Vitória, há diferentes alternativas, incluindo rotas pelas BRs 381, 101, 116 e 262. Também existe a possibilidade de acesso via Colatina, utilizando a BR-101, BR-259 e ES-080. Já no sentido Governador Valadares a Colatina, a orientação é passar pela BR-381 até Barra de São Francisco e seguir pela ES-080.
Em nota, o DNIT informou que as obras incluem a recuperação da estrutura da ponte, demolição e reconstrução do tabuleiro, além de intervenções subaquáticas, com o objetivo de garantir mais segurança e durabilidade à estrutura. O órgão também destacou que o contrato para execução dos serviços tem validade até agosto.
Enquanto os trabalhos não são finalizados, o sistema de “pare e siga” segue em funcionamento, assim como as restrições para veículos pesados. A recomendação é que os motoristas planejem suas viagens com antecedência, redobrem a atenção ao passar pelo local e tenham paciência diante dos transtornos.
A situação tem gerado reclamações frequentes de quem depende da rodovia, principalmente por conta da demora na conclusão da obra e dos impactos diretos na rotina da população da região.
ES FALA: Crédito: Heriklis Douglas/A Gazeta














