Um registro enviado por um leitor do Portal ES Fala chamou a atenção de banhistas em Colatina: um pescador amador capturou vários peixes piranha na região da Cachoeira do 8, no rio Pancas — local tradicionalmente frequentado por famílias.
A imagem, que circula entre moradores, mostra uma preocupação que já vinha sendo relatada por frequentadores das cachoeiras do “8” e do “11”. Segundo banhistas, ataques têm ocorrido com frequência, e há registros de pessoas que saíram da água com ferimentos.
“Esse prazer a gente não está tendo mais de se banhar no rio Pancas. O medo, principalmente de levar os nossos filhos, nos impede de espantar o calor”, relatou um frequentador à reportagem.
Problema também atinge Linhares
A preocupação não se limita a Colatina. Em Linhares, um caso recente reforçou o alerta. Em um espaço rural de lazer na comunidade do Farias, no interior do município, banhistas foram atacados por piranhas durante o feriado.
De acordo com o responsável pelo local, dezenas de pessoas estavam na lagoa, incluindo crianças, quando uma delas foi retirada da água com um corte no pé. Inicialmente, acreditava-se que o ferimento poderia ter sido causado por vidro, mas, pouco depois, uma jovem também foi mordida — confirmando a presença das piranhas.
Ambas foram encaminhadas para atendimento médico, e o local foi imediatamente esvaziado por segurança.
Ação criminosa pode ter facilitado entrada dos peixes
Após uma vistoria detalhada na manhã seguinte, a equipe responsável pelo espaço identificou o que pode ter provocado o problema.
Segundo o proprietário, a tela de proteção da área de banho — instalada justamente para impedir a entrada de peixes — foi rompida de forma intencional durante o fim de semana.
“Descobrimos uma ação criminosa. Romperam a tela de proteção da lagoa, o que permitiu a entrada das piranhas”, afirmou.
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Banhistas são atacados por piranhas em Linhares/Redes sociais
Medidas já foram adotadas para reforçar a segurança do local, e as famílias envolvidas estão sendo informadas sobre o ocorrido.
Em Colatina, frequentadores cobram atenção diante do aumento dos relatos no rio Pancas. Locais que por décadas foram ponto de encontro de famílias agora convivem com o medo.














