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Coordenadora registra boletim após ameaças durante atendimento a estudante em escola de Colatina

Segundo o registro policial, pai da aluna teria feito ameaças após ser informado de que o Conselho Tutelar seria acionado diante da gravidade da situação.

Por ES Fala
· 2 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Coordenadora registra boletim após ameaças durante atendimento a estudante em escola de Colatina

Uma coordenadora de uma escola em Colatina registrou um boletim de ocorrência após relatar ter sido ameaçada pelo pai de uma estudante durante o atendimento a uma ocorrência envolvendo uma aluna da Educação Especial. O caso foi registrado na Polícia Civil e deverá ser apurado pelas autoridades competentes.

De acordo com o boletim de ocorrência, a estudante apresentou uma grave alteração comportamental durante o período de aula, passando a agredir fisicamente colegas e servidores, além de arremessar mesas, cadeiras e outros objetos, colocando em risco a integridade das pessoas que estavam na unidade de ensino.

Ainda segundo o relato, diante da situação, a equipe gestora entrou em contato com os responsáveis pela aluna para que comparecessem à escola. Conforme o registro, o pai informou inicialmente que a mãe iria até a unidade, mas, posteriormente, comunicou que nenhum dos dois compareceria.

O boletim informa que, ao ser avisado de que o Conselho Tutelar seria acionado em razão da gravidade da situação e da ausência dos responsáveis, o homem teria passado a proferir ameaças contra a coordenadora durante a ligação telefônica.

Segundo a servidora, o responsável afirmou que iria até a escola e faria ameaças de morte contra ela, além de dizer que a instituição deveria estar preparada para atender a filha por se tratar de uma estudante público-alvo da Educação Especial. A coordenadora relata ainda que informou ao pai que a conversa seria gravada, mas que as ameaças teriam continuado.

No registro policial, a coordenadora também informou que, um dia antes da ocorrência, a equipe gestora havia se reunido com o pai da estudante. Conforme o boletim, durante o encontro ele teria relatado que a filha realiza acompanhamento terapêutico, faz uso de medicação prescrita, mas que a família enfrenta dificuldades para controlar o comportamento da criança no ambiente familiar.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias da suposta ameaça e adotar as medidas cabíveis.

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