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Garrafas de água causam impasse entre policial penal e vigilante e caso vai parar na delegacia em Colatina

Agente estava em serviço de escolta de um preso internado no Hospital Sílvio Avidos; vigilante alegou cumprimento das normas da unidade e divergência foi encaminhada para esclarecimento

Por ES Fala
· 2 min de leitura Atualizado · Sem comentários
Garrafas de água causam impasse entre policial penal e vigilante e caso vai parar na delegacia em Colatina

Um desentendimento envolvendo uma policial penal e um vigilante patrimonial do Hospital Sílvio Avidos, em Colatina, terminou na delegacia após um impasse provocado pela entrada de duas garrafas de água mineral na unidade hospitalar.

A policial penal estava em serviço, realizando a escolta de um interno do Centro de Detenção Provisória de Colatina (CDPCol), que se encontrava hospitalizado.

Segundo informações sobre o caso, a agente deixou o hospital para almoçar e, ao retornar, carregava duas garrafas de água mineral. Na portaria, foi informada pelo vigilante de que não poderia entrar com os produtos.

A partir daí, surgiu a divergência.

Vigilante alegou cumprimento de norma interna

A policial penal relatou que o vigilante se colocou à sua frente, impedindo sua passagem. Ao questioná-lo, teria sido informada de que acompanhantes não poderiam entrar no hospital levando alimentos ou água, conforme as regras internas da instituição.

Já o vigilante afirmou que estava seguindo as normas estabelecidas pelo hospital sobre os produtos cuja entrada é permitida.

Durante o atendimento da situação, a direção do Hospital Sílvio Avidos foi consultada e, conforme consta nas informações registradas, confirmou a existência da restrição à entrada de água e alimentos por acompanhantes.

O assessor jurídico da unidade hospitalar também foi consultado e confirmou a orientação interna.

Situação envolvia policial penal em serviço

Por outro lado, havia uma particularidade: a policial penal não estava no hospital apenas em uma visita ou acompanhamento particular. Ela integrava a escolta de um preso que permanecia internado na unidade e, portanto, encontrava-se em serviço.

Diante da divergência sobre a aplicação da regra hospitalar naquela circunstância e da falta de entendimento entre as partes, a situação foi encaminhada à 15ª Delegacia Regional de Colatina.

Coube à autoridade responsável avaliar os fatos e verificar se houve alguma irregularidade na conduta das partes envolvidas.

O acontecimento, apesar de ter começado com uma questão aparentemente simples envolvendo duas garrafas de água mineral, acabou levantando uma discussão sobre a aplicação das normas internas do hospital diante das particularidades de um agente de segurança pública que se encontrava no exercício da função.

Não há, nas informações enviadas por uma fonte, conclusão que atribua responsabilidade pelo episódio à policial penal ou ao vigilante.

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