Falso delegado ameaça prender morador por supostas conversas com menor e aplica golpe de R$ 4 mil no ES
Criminoso utilizou o WhatsApp para se passar por autoridade policial, fez acusações contra a vítima e exigiu pagamentos para evitar uma suposta prisão. Caso aconteceu em Governador Lindenberg.

Um morador de Governador Lindenberg, no Noroeste do Espírito Santo, perdeu R$ 4 mil após cair em um golpe aplicado por um homem que se passou por delegado de polícia. O criminoso utilizou mensagens e ligações pelo WhatsApp para acusar a vítima de manter conversas íntimas com uma menor de idade e ameaçou prendê-la caso não realizasse pagamentos.
O caso aconteceu na sexta-feira (23), quando o morador recebeu contatos de um indivíduo que se apresentou como delegado, utilizando o nome de Fernando Rodrigues.
Durante a conversa, o suspeito afirmou que o homem estaria sendo acusado de manter contato íntimo com uma adolescente por meio das redes sociais. Em seguida, passou a fazer ameaças, alegando que a situação poderia resultar na prisão da vítima.
Golpista exigiu dinheiro para evitar suposta prisão
Para pressionar o morador, o criminoso afirmou que poderia resolver o problema mediante o pagamento de uma quantia em dinheiro.
Assustado com as acusações e com a possibilidade de ser preso, o homem acabou realizando duas transferências financeiras.
A primeira foi de R$ 2.500 e a segunda, de R$ 1.500, totalizando um prejuízo de R$ 4 mil.
O suspeito havia prometido que, após receber os valores, a situação seria resolvida e não haveria qualquer medida contra o morador.
Vítima percebeu que havia caído em um golpe
Após efetuar os pagamentos, o homem percebeu que havia sido enganado e procurou as autoridades para relatar o ocorrido e solicitar providências.
Não há informações sobre a identificação do responsável pelo golpe, possíveis prisões ou recuperação do dinheiro transferido.
É importante destacar que a acusação envolvendo uma menor de idade partiu exclusivamente do indivíduo que se apresentou como delegado. Não há qualquer comprovação de que a vítima tenha cometido a irregularidade mencionada pelo golpista.




