Criança de 9 anos é levada a hospital com sinais de possível abuso sexual em Pancas; homem é conduzido à delegacia
Caso foi denunciado ao ES FALA por uma fonte; Polícia Civil e Conselho Tutelar atuaram na ocorrência e materiais foram apreendidos durante as diligências

Uma fonte entrou em contato com o ES FALA para denunciar um caso envolvendo uma criança de 9 anos, que teria apresentado sinais de possível violência sexual em Pancas, no Noroeste do Espírito Santo. A situação mobilizou a Polícia Civil e o Conselho Tutelar na quinta-feira (25).
Segundo as informações, a criança havia comparecido a uma unidade hospitalar de Pancas acompanhada da mãe. Durante o atendimento, teriam sido constatados sinais que levantaram a suspeita de possível abuso sexual.
Diante da situação, a criança foi encaminhada ao Hospital São José, em Colatina, onde recebeu atendimento acompanhada por uma representante do Conselho Tutelar.
Polícia realizou diligências
Após o caso chegar ao conhecimento das autoridades, policiais civis iniciaram diligências para localizar um homem apontado como suspeito. Ele foi encontrado em uma residência no município de Pancas.
Durante os procedimentos realizados no imóvel, os policiais apreenderam peças de roupa consideradas relevantes para a investigação. O material foi recolhido para os procedimentos investigativos e periciais necessários.
O homem foi conduzido à delegacia. Durante a ação, segundo as informações recebidas, ele teria apresentado resistência à condução, sendo necessário o uso de algemas.
Os policiais também retornaram ao imóvel acompanhados da mãe da criança e de uma conselheira tutelar para a continuidade das diligências.
Investigação deverá esclarecer o caso
O episódio é apurado como suspeita de estupro de vulnerável. Os materiais apreendidos e os demais elementos reunidos durante a investigação poderão contribuir para esclarecer o que aconteceu.
Até o momento, as informações disponíveis não permitem atribuir ao homem conduzido a autoria do crime. A eventual responsabilização dependerá do resultado das investigações.
Por se tratar de uma criança, o ES FALA não divulgará nomes, endereço, vínculos familiares ou qualquer outro elemento que possa permitir sua identificação, preservando integralmente a vítima.




