Menina de 5 anos sofre afogamento gravíssimo em Santa Teresa e é levada de helicóptero para Vitória
Criança foi socorrida inconsciente por familiares, que realizaram manobras de reanimação durante o trajeto até o hospital. Caso foi classificado como grau 6, o nível mais grave de afogamento.

Uma menina de apenas 5 anos precisou ser transferida de helicóptero para Vitória após sofrer um afogamento em água doce, no município de Santa Teresa, na região Serrana do Espírito Santo. A criança, que possui transtorno do espectro autista (TEA), apresentou um quadro clínico gravíssimo e necessitou de atendimento médico emergencial.
De acordo com informações do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), a menina foi encontrada em situação crítica e socorrida por familiares, que a levaram inconsciente ao Hospital de Santa Teresa.
Durante o deslocamento até a unidade hospitalar, os próprios familiares realizaram manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), na tentativa de reanimar a criança.
Criança chegou inconsciente ao hospital e precisou ser intubada
Mesmo após as tentativas de reanimação durante o trajeto, a menina chegou ao hospital ainda inconsciente.
Diante da gravidade de seu estado de saúde, a equipe médica realizou a intubação imediata para garantir suporte respiratório.
A situação exigiu a mobilização de uma estrutura de atendimento especializada, uma vez que o quadro clínico da paciente demandava cuidados que justificavam sua transferência para outra unidade hospitalar.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para organizar o transporte da criança.
Helicóptero Harpia 10 foi mobilizado para transferência
Em razão da gravidade do caso, a equipe aeromédica do Notaer foi acionada para realizar a transferência.
Antes de iniciar o transporte, os profissionais precisaram estabilizar o quadro clínico da menina, garantindo condições para o deslocamento aéreo.
A criança foi então transportada pelo helicóptero Harpia 10, utilizado nas operações de resgate e atendimento aeromédico no Espírito Santo.
O destino foi o Hospital Estadual Infantil de Vitória – Dra. Milena Gottardi, onde a paciente passou a receber atendimento especializado.
Afogamento foi classificado no grau máximo de gravidade
Segundo o Notaer, o caso recebeu a classificação de afogamento grau 6, considerada a mais grave na escala utilizada para avaliar esse tipo de emergência.
Essa classificação está associada a situações extremamente críticas, que envolvem parada cardiorrespiratória e necessidade de medidas imediatas de reanimação.
O quadro exigiu atuação rápida dos familiares, das equipes médicas e dos profissionais responsáveis pela transferência aeromédica.
Até as informações disponibilizadas, não foram divulgados detalhes sobre as circunstâncias exatas em que o afogamento aconteceu, nem uma atualização posterior sobre a evolução clínica da menina.
A identidade da criança será preservada.




