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Suposto desafio termina em briga dentro de loja em Colatina; funcionário chinês usa tradutor para explicar confusão

Adolescente de 17 anos teria colocado mercadorias em uma bolsa e alegado que participava de um desafio combinado com uma amiga. Discussão terminou em agressões físicas e exigiu até aplicativo de tradução para esclarecer a situação.

Por Cirilo de Tarso
Fundador e diretor do Portal ES FALA
· 1 min de leitura · 2 comentários
Suposto desafio termina em briga dentro de loja em Colatina; funcionário chinês usa tradutor para explicar confusão

Uma confusão envolvendo uma adolescente de 17 anos, mercadorias de uma loja e um suposto desafio entre amigas terminou em agressões físicas no Centro de Colatina.

O fato aconteceu por volta das 14h30, no estabelecimento localizado na Avenida Getúlio Vargas.

Segundo as informações recebidas pelo ES FALA, uma funcionária do comércio relatou que a adolescente teria colocado mercadorias dentro de uma bolsa.

Ao ser questionada sobre os produtos, houve uma discussão que evoluiu para agressões físicas. Outras pessoas que trabalhavam no estabelecimento precisaram separar as envolvidas.

Adolescente apresentou versão sobre suposto desafio

Durante os esclarecimentos, a adolescente afirmou que não pretendia pagar pelas mercadorias e alegou que havia combinado um desafio com uma amiga que permanecia do lado de fora da loja.

Segundo sua versão, a proposta seria colocar produtos sobre o balcão sem efetuar o pagamento.

A existência desse desafio, entretanto, não foi confirmada pelas informações disponíveis.

Os produtos mencionados no relato eram um fone de ouvido para capacete de motocicleta e quatro anéis.

Funcionário chinês precisou de aplicativo de tradução

Outro detalhe da situação foi a necessidade de utilizar um aplicativo de tradução no celular para estabelecer comunicação.

O recurso foi utilizado devido à dificuldade de comunicação em português.

Depois da confusão, os funcionários entraram em contato com a proprietária do estabelecimento por videochamada.

Ela concordou em receber o valor correspondente às mercadorias envolvidas.

Após essa conversa, o funcionário anunciou uma solução mediante o ressarcimento dos produtos. A proprietária decidiu não formalizar reclamação naquele momento.

O relato da fonte não confirma que o pagamento tenha sido efetivamente realizado.

Posteriormente, a mãe da adolescente compareceu ao estabelecimento, e a jovem foi entregue a ela.

ES FALA: imagem ilustrativa

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2 comentários

  1. Noilda Maria dalmonech binda

    TRABALHAR NINGUÉM QUER.
    ESSA É A VERDADE,QUER TUDO FACIL .

  2. Elaine Ribeiro da Silva

    Educar os filhos está se tornando ‘O Grande Desafio”…

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