Amigas Para o Bem Viver lutam por verba para Reconstrução de Mama em hospital colatinense

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Nesta terça-feira (02/07), a Associação Amigas Para o Bem Viver esteve em Vitoria para reunir-se com o Procurador Geral do estado, Dr. Rodrigo de Paula, com a finalidade de saber o andamento do processo de liberação de verba para a continuidade da reconstrução mamária no Hospital São José. 

Após a conversa com o Procurador, o processo foi imediatamente liberado e enviado para a Sesa.Na oportunidade, estivemos ainda na Secretaria estadual de saúde em conversa com o subsecretário, Dr. Tadeu Marino, que se comprometeu em acompanhar o processo, para liberação da verba.

Depois do câncer de pele, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, respondendo por 28% dos novos casos a cada ano. A mama é um dos símbolos da identidade feminina. A sua extração para tratar o câncer de mama significa muito, tanto do ponto de vista físico quanto psicológico para a mulher.

A reconstrução da mama é de suma importância para que a paciente recupere a auto-estima. Auxilia no tratamento do câncer e restabelecimento do convívio social. Em pacientes submetidas à mastectomia, o objetivo maior da cirurgia reconstrutora é a reabilitação estética, retirando da paciente o estigma do câncer e da mutilação. Retornando à condição física pré-câncer

O tipo de cirurgia para reconstrução da mama varia de acordo com o tamanho e localização do tumor biótipo da paciente e o volume da mama. Pacientes magras e com mama contralateral pequena apresentam melhores condições para reconstrução da mama com expansor de pele e posterior colocação de prótese de silicone. Em mulheres obesas ou com mama contralateral grande, a reconstrução pode ser feita com expansor e prótese de silicone de maior volume ou com tecidos do abdômen ou das costas, com ou sem próteses

Grande parte das cirurgias reconstrutoras são realizadas simultaneamente à retirada do tumor cancerígeno. Dessa forma, diminui-se o tempo de internação e a reabilitação social é beneficiada. Quando a reconstrução é imediata, a paciente não precisa conviver com a mutilação parcial ou total do seio, a mastectomia. A experiência se torna menos traumática

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