Policiais capixabas terão reajuste salarial. O impacto será de R$ 670 milhões por ano na folha dos servidores.

Depois de quatro anos de omissão e desrespeito por parte do governo estadual, os policiais civis e militares voltam a ser valorizados, com recomposição salarial e investimentos. Quando Casagrande assumiu o governo pela primeira vez, em 2011, a segurança pública capixaba estava totalmente desestruturada e o Espírito Santo ocupava o posto de segundo estado mais violento do Brasil.

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No final de 2014, ao concluir seu mandato e com o programa Estado Presente em pleno funcionamento, a situação era outra: efetivo policial recomposto, armas e equipamentos modernos, novo quadro organizacional com diversas promoções, policiais motivados e redução expressiva dos índices de homicídios e de crimes contra o patrimônio.

Porém, ao retornar ao governo, em 2018, Casagrande encontrou a segurança pública outra vez em situação precária, depois de quatro anos sem reposição de efetivos e com policiais desequipados, desmotivados e tratados com arrogância e desprezo.

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Assim que tomou posse, Casagrande enviou à Assembleia o projeto de lei que concedeu anistia administrativa aos policiais, corrigindo a injustiça cometida pelo governo anterior. Também mudou os critérios de promoções, ampliou as vagas para o curso de sargento e os concursos para praças e novos oficiais, adquiriu viaturas, armas e equipamentos e negociou com as entidades a recuperação de parte das perdas salariais dos últimos anos.

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