Sobe para 2 o número de mortes por coronavírus em Baixo Guandu

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Ele tinha 82 anos, era viúvo e morava no bairro Santa Mônica, mas apesar de idoso, continuava muito ativo na vida da comunidade guanduense e na Igreja Luterana.

Assim era Geraldo Bueno, a segunda vítima da COVID-19 a falecer em Baixo Guandu, na tarde do último sábado (23), depois de permanecer mais de 10 dias internado – primeiro no hospital local e depois no hospital Sílvio Avidos, em Colatina.

Muito estimado e querido na cidade, Geraldo Bueno fazia parte do Conselho do Idoso há anos e era grande incentivador dos Clubes da Melhor Idade, que tinham nele uma referência de vitalidade: gostava muito de dançar e não perdia nenhum encontro dos idosos.

Nas redes sociais, filhos e netos de Geraldo Bueno, além de dezenas de pessoas da comunidade, expuseram seu pesar pela perda repentina de uma pessoa tão querida e saudável.

A partida de Geraldo Bueno expôs a fragilidade da própria família diante da COVID-19. A informação que familiares tinham é que ele estava internado no hospital de São Mateus, na UTI, mas não chegou a ser transferido para lá, falecendo no Silvio Avidos, em Colatina.

Depois que a pessoa contaminada com a COVID-19 é internada, não é permitido acompanhante e são raras as informações precisas do estado de saúde. No caso de Geraldo Bueno, só depois do falecimento a família teve a informação precisa onde ele se encontrava, para as providências relacionadas ao sepultamento.

Geraldo Bueno deu entrada no hospital de Baixo Guandu reclamando de falta de ar, foi internado ali por três dias e depois acabou transferido, na semana passada, para o hospital Silvio Avidos, em Colatina. Na UTI, não resistiu ao novo coronavírus e partiu deixando uma profunda comoção em Baixo Guandu, onde era muito querido por toda comunidade.

Baixo Guandu está triste com a partida de Geraldo Bueno e em estado de alerta: em menos de trinta dias, a cidade partiu de zero para 50 casos confirmados da doença. Se a situação se agravar ainda mais, o prefeito Neto Barros já admite decretar o Lockdown – ou seja, parar tudo por pelo menos duas semanas para conter a transmissão do vírus.

Só o isolamento social, conforme as autoridades sanitárias, rompe a cadeia de transmissão da COVID-19. E se alguém precisar sair de casa, que use máscara de proteção e sempre evite qualquer tipo de aglomeração.

ES-FALA/Informações Folha1 Baixo Guandu

Foto e texto captados na fonte.

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