Polêmica: merenda escolar não distribuída apodrece em Marilândia. Prefeitura contesta a denúncia

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O cidadão Fabriano Peixoto de Oliveira, denunciou via redes sociais, que a administração de Marilândia escondia merenda escolar e que não fez os kits para doação aos alunos, conforme deliberação do Governo Federal. Ele denunciou, ainda, compra de merenda em plena pandemia, e sem funcionamento das escolas.

Em virtude da denúncia de Fabriano, foi realizada uma sessão na Câmara Municipal, ocasião que o presidente do Legislativo, Paulo Costa, o “Paulinho”, a Secretária Municipal de Educação Sandra Maria Firmes Altoé e o Pastor Noé, desmentiram a denúncia e disseram que não havia merenda escolar estocada. 

Segundo matéria publicada em um site de notícias no dia 30 de maio é revelado que “o mau cheiro de uma escola da Comunidade do Távora chamou a atenção dos moradores, que ao abrirem a escola, depararam-se com cerca de 20 quilos de carne podre da merenda escolar por causa do desligamento acidental do freezer, que deveria ter sido distribuída entre os alunos em forma de Kit.” Afirma a postagem.

“Os moradores relataram que no depósito de merenda da escola havia muito mais produtos, mas não tiveram oportunidade de conferir tudo, porque foram impedidos de abrir os demais cômodos onde a merenda está armazenada. A descoberta da merenda estocada joga por terra a afirmação da secretária”. Revela o site de notícias.

O outro lado.  

A Prefeitura de Marilândia contesta as acusações e diz que o que ocorreu foi um ato criminoso. 

“Diante do fato e com a finalidade de apurar o ato criminoso registramos Boletim de Ocorrência na Polícia Civil, sob nº 202005210303, sendo que não houve falta de atenção por parte da Secretaria de Educação que tem realizado visita semanal em todas as escolas para verificação do armazenamento dos produtos destinados à merenda escolar. O que ocorreu foi um ato criminoso que será apurado pelas autoridades competentes, haja vista que, os congeladores das geladeiras de escolas localizadas no campo não comportam vinte quilos de carne, o que não condiz com a denúncia apresentada”. Nota de esclarecimento publicada no dia 23 de maio de 2020.

Segundo a Secretária de Educação de Marilândia “as carnes só estavam no congelador das geladeiras porque estávamos aguardando o retorno das aulas, já que  a validade das carnes são para o final do ano, lá guardávamos mais ou menos uns 5 a 6 quilos, após esse ato recolhemos todas as carnes das escolinhas do Campo e estamos armazenando no Setor de Merenda Escolar, para que não aconteça mais nenhuma sabotagem, e estamos organizando kits de merenda escolar para serem entregues aos nossos alunos de bolsa família, assim como o município já tinha planejado”. Revela Sandra Maria Firmes Altoé ao Portal de Notícias ES-FALA.

ES-FALA/Informação Bananal On-line.

Foto captada no site de notícias Bananal On-line.

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