Operação Sarcófago: Polícia Civil prende mais um suspeito de assassinar empresário em Colatina

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no email
Compartilhar no print

Na manhã de terça-feira (27) a equipe da DHPP da 15ª DRPC, deu cumprimento a mais um mandado de prisão temporária, no âmbito da operação “Sarcofago”, que apura um crime de homicídio ocorrido na cidade (Colatina), em 2018, envolvendo os sócios de duas funerárias, sendo uma de Marilândia e outra de Colatina. Foi a quarta prisão temporária cumprida, após manifestação favorável do MPES ao requerimento da Autoridade Policial responsável pelas investigações. A decisão foi proferida pelo Juízo da 1a Vara Criminal de Colatina.

O suspeito é servidor da Justiça Federal da Circunscrição Judiciária de Colatina. De acordo com as informações decorrentes das diligências efetuadas até esta data, ele teria participado com outros 3 suspeitos da execução do crime. A representação policial teve por fundamento o art. 1º, I e III (quando houver fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação no crime), al. “a”, da Lei nº 7.960/89. Por se tratar de crime hediondo (homicídio doloso) o prazo da prisão é de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais 30 dias.

Após ser detido em sua residência, o suspeito foi encaminhado ao DML para exame de lesões corporais e posteriormente encaminhado ao CDP-COL, onde estão presos, também temporariamente, outros dois suspeitos de terem praticado o crime.

A PRIMEIRA PRISÃO 

Uma equipe de policiais civis da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do Departamento Especializado de Narcóticos (Denarc) e do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) da 15ª Delegacia Regional de Colatina cumpriram em Linhares um mandado de prisão temporária e outro de busca e apreensão e mais três mandados de busca e apreensão em Colatina. 

O preso em Linhares é dono de uma funerária. De acordo com a Polícia Civil, ele é suspeito de envolvimento na morte de Rogério Teixeira de Carvalho, de 32 anos, sócio de uma funerária em Marilândia. As buscas, conforme a 15ª Delegacia Regional, foram realizadas visando conseguir informações necessárias à elucidação do caso, como armas, celulares e documentos que possam auxiliar nas investigações. 

Foram apreendidos celulares, documentos e uma pistola Ruger, Mark III, calibre 22. 

Segundo o delegado Ricardo de Oliveira Barbosa, as investigações estão em andamento, sob segredo de justiça. Logo após a prisão, o suspeito foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Colatina, onde ficará à disposição do Poder Judiciário. 

Rogério Teixeira de Carvalho assassinado no dia 29 de março de 2018

A SEGUNDA PRISÃO

A equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Colatina prendeu um homem de 43 anos, investigado por suspeita de envolvimento em um crime cometido em março de 2018. A prisão faz parte da Operação Sarcófago, que investiga a morte do empresário do ramo funerário Rogério Teixeira de Carvalho, de 32 anos.

O suspeito foi preso em cumprimento de mandado de prisão temporária. Ele estava em casa, no bairro Vila Nova, e não ofereceu resistência. 

Esse foi o segundo mandado de prisão expedido dentro das investigações. No dia 05 de março, os policiais cumpriram um mandado de prisão temporária na cidade de Linhares e quatro mandados de busca e apreensão, sendo três em Colatina e um em Linhares.

Além da prisão de um suspeito, foram apreendidos celulares, documentos e uma pistola.

“Há indícios de que o crime teria sido praticado por conta de disputa entre empresas voltadas à prestação de serviços funerários na região”, explicou o delegado Ricardo de Oliveira

Na ocasião do crime, o empresário foi vítima de uma emboscada. Segundo as investigações, ele recebeu uma ligação de um homem, que se passou por familiar de uma pessoa que havia falecido no hospital Santa Casa de Misericórdia, em Colatina. Ao chegar neste local para recolhimento do corpo, a vítima se dirigiu à suposta pessoa com quem havia mantido contato e acabou sendo morto com sete disparos de arma de fogo, todos eles à queima-roupa.

“Esta investigação ainda não foi encerrada. Outras diligências estão sendo realizadas visando a elucidar os motivos e as circunstâncias em que os fatos se deram”, afirmou o delegado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Receba notícias exclusivas diariamente no seu celular