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Empresa de Colatina busca capital de giro junto ao Fundo de Proteção ao Emprego

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A empresa Mantel, em Colatina, na microrregião Noroeste do Estado, é mais uma empresa capixaba que buscou a contratação de capital de giro com o Fundo de Proteção ao Emprego. Os sócios André Villaschi Zandomenico, Fábio Dutra e Sandra Regina Spada têm 20 anos de atuação e se especializaram na linha de áudio e vídeo, acessórios para eletrônica, segurança, automação e prestação de serviços.

De acordo com Fábio Dutra, o acesso ao programa de crédito é de grande importância para a manutenção do negócio. “O que o Bandes está proporcionando para a minha empresa é de suma importância para nos gestores e empregadores, pois isso nos dá uma ‘injeção’ de ânimo para acreditar que vamos passar por este momento tão delicado da pandemia. Acredito no aumento da lucratividade da minha empresa, evitando a redução no quadro de colaboradores e contribuindo para o alcance dos nossos objetivos”, relatou Dutra.

A Mantel recorreu à linha emergencial, disponibilizada pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes). A linha faz parte das medidas socioeconômicas lançadas pelo Governo do Estado, com objetivo de contribuir para atenuar o impacto das medidas, necessárias, de distanciamento social, vivenciadas no momento atual da pandemia do novo Coronavírus (Covid 19).

Com os recursos contratados, o empresário explica que serão investidos na melhora da qualidade dos serviços prestados, contribuindo para organização das finanças e do planejamento do negócio. “O crédito vai aumentar nosso mix de produtos dentro da empresa, com a possibilidade de um poder maior de negociação na compra de mercadorias junto aos nossos fornecedores e possíveis novos fornecedores”, explicou Dutra.

Para o empresário, a contratação do financiamento com Bandes está alinhada também com a perspectiva de uma melhora da economia gradativamente. “Para os próximos meses, temos a expectativa de melhora no mercado, acredito que fomos obrigados a nos adaptar, ter flexibilidade e nos ajustar ao mercado, pois passamos por esse momento difícil que estamos vivenciando, ou seja, um constante aprendizado, acreditando na normalização do mercado e com a perspectiva de aumentar nossas vendas, nossos lucros”, avaliou Fábio Dutra.

Para o diretor-presidente do Bandes, Munir Abud de Oliveira, a equipe técnica do banco está empenhada em atender de forma ágil as propostas recebidas para que os recursos do Fundo cheguem ao empresariado com celeridade e qualidade.

“O momento requer uma soma de esforços para que possamos superar as adversidades que a pandemia nos apresenta. A equipe do Bandes está compromissada em oferecer o atendimento ágil às necessidades do mercado e com políticas de juros mais baixos que as demais instituições financeiras. O empresário pode procurar nossos canais de atendimento para buscar as orientações necessárias. Nosso objetivo é ofertar o crédito necessário para atenuar os efeitos da redução da atividade produtiva sentidos na economia”, destacou o diretor-presidente.

Investimento na economia

O Fundo de Proteção ao Emprego, com recursos do Governo do Estado e operado pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), contará com R$ 250 milhões direcionados para financiar empresas que foram prejudicadas pela pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). O diferencial da linha de crédito é a taxa de juros, praticamente inexistente, uma vez que os financiamentos apenas sofrerão correção pela taxa Selic.

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