Fim da guarda mirim dificulta estacionamento no centro e prejudica o comércio de Guandu

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stacionar no centro da cidade de Baixo Guandu se transformou num desafio, em consequência da falta de vagas e do disciplinamento do setor, o que deveria ser feito pela Prefeitura Municipal.

Esta situação, que provoca reclamações severas de usuários e de comerciantes, decorre da extinção do programa “Primeira Oportunidade”, que desde 2015 mantinha uma guarda mirim que cobrava uma taxa e garantia vagas de estacionamento aos clientes do comércio, porém a atual gestão municipal parou o serviço desde o início do ano e desorganizou tudo.

“É uma situação absurda e todos saíram perdendo com a atitude errada da Prefeitura. Os usuários não tem vaga de estacionamento e o comércio do centro está no prejuízo, com a fuga dos clientes”, explicou esta semana um comerciante da avenida Carlos de Medeiros, a principal do comércio de Baixo Guandu.

O presidente da Câmara Dirigentes Lojistas (CDL), Uberaldo Dittbener, reconhece a situação difícil e explicou que, junto com outros dirigentes da entidade, manteve várias reuniões com representantes da Prefeitura e da Câmara Municipal, porém ninguém aponta uma solução para o problema. “O comércio está prejudicado, e o usuário também, porque não há vagas fáceis de estacionamento especialmente por falta de disciplina no centro, depois da extinção da guarda mirim”, disse Uberaldo.

O presidente da CDL explica que o comércio está aquecido com as indenizações da Samarco, mas a indisciplina no estacionamento afugenta os clientes do centro. “Quem vai comprar muitas vezes não acha onde estacionar e simplesmente vai embora, prejudicando as vendas”, falou Uberaldo.

A desorganização do centro de Baixo Guandu chegou ao ponto de, numa esquina próxima à ponte da Integração, um comerciante de carros ocupar cerca de 20 vagas, diariamente, com exposição dos veículos. A Prefeitura faz vista grossa e quem fica prejudicado é o comércio e a clientela das lojas.

Guarda mirim
A guarda mirim surgiu em 2015 em Baixo Guandu, na gestão do prefeito Neto Barros, oferecendo anualmente 40 vagas para adolescentes no programa “Primeira Oportunidade”, para função em meio período e pagamento de meio salário mínimo.

O programa foi um grande sucesso: disciplinou a oferta de vagas de estacionamento e ajudou o comércio. Várias cidades da região acabaram copiando o modelo implantado em Baixo Guandu.

No começo de 2021, no entanto, a nova gestão municipal acabou com o programa e a guarda mirim. O resultado foi o caos que está estabelecido no centro, com muitas reclamações dos usuários e dos comerciantes.

ESFALA: informação Folha1/Baixo Guandu.

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