Médica Colatinense referência em Covid-19 lança livro em Vitória

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A pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Dalcolmo, referência nacional e internacional no campo da medicina, lança em dezembro, o livro “Um tempo para não esquecer”, sobre a experiência durante a pandemia da Covid-19.

O livro será lançado em três capitais do país – Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo. Aqui no Espírito Santo, a colatinense, autografa a obra no dia 16 de dezembro, às 18h30, na galeria Via Thorey, em Jardim da Penha.

A médica foi linha de frente e acompanhou de perto o início das contaminações por conta da Covid-19, além de ser uma das pesquisadoras especializadas. Margareth se tornou referência nacional.

A obra tem prefácio de Domício Proença Filho (ABL), posfácio do doutor J.J Camargo (Academia Nacional de Medicina – ANM) e textos adicionais de Nísia Trindade Lima (Fiocruz) e Nélida Piñon

A médica colatinense Margareth Dalcolmo com o colega de profissão Drauzio Varella

ESCOLHIDA A PERSONALIDADE DO ANO.

Uma das referências sobre o coronavírus no Brasil, a médica colatinense e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Margareth Maria Pretti Dalcolmo, de 66 anos, foi escolhida a personalidade do ano de 2020 no prêmio “Faz Diferença”, realizado pelo jornal O Globo.

Desde do início da pandemia, a colatinense, que é uma das pneumologistas mais experientes do país e referência no tratamento de doenças respiratórias no país, vem realizando diversas participações em programas de TV, e na imprensa em geral, trazendo esclarecimentos e alertas sobre a Covid-19.

Como médica e pesquisadora da Fiocruz, Dalcolmo foi uma das primeiras vacinadas contra a Covid-19 no Brasil, ainda em janeiro. No ano passado, ela chegou a contrair o coronavírus e ficou em isolamento por 17 dias.

CIENTISTA FALA SOBRE A SUA ATUAÇÃO NA PANDEMIA

“Os primeiros pacientes que eu tratei tinham ido a desfiles de escolas de samba, e logo ficou claro que a gente estava lidando com uma doença com grande capacidade de transmissão. Rapidamente aprendemos que a Covid-19 era uma doença sistémica”, afirma. 

    

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