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Preço das refeições dispara nos restaurantes de Colatina

Comer fora de casa está mais caro em Colatina. A disparada no preço de alimentos, como carne, arroz, feijão e saladas tem obrigado donos de restaurantes a reajustarem os preços e dividirem a conta com o consumidor. Desta vez, não tem vilão. Absolutamente, todos os produtos encareceram. No Fabinho Restaurante, na rua Jacinto Basseti, em […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura Atualizado · 2 comentários
Preço das refeições dispara nos restaurantes de Colatina

Comer fora de casa está mais caro em Colatina. A disparada no preço de alimentos, como carne, arroz, feijão e saladas tem obrigado donos de restaurantes a reajustarem os preços e dividirem a conta com o consumidor. Desta vez, não tem vilão. Absolutamente, todos os produtos encareceram.

No Fabinho Restaurante, na rua Jacinto Basseti, em São Silvano, por exemplo, o proprietário, Fábio Daltio informa que aumentou o preço das refeições em 15% a pouco mais de um mês. Segundo ele, o PF (prato feito) passou a ser vendido a R$ 22 e o preço do marmitex grande, que era R$ 20, agora está valendo R$ 23. No caso do marmitex pequeno, a população está pagando R$ 20. Recentemente era R$ 17. O mesmo cenário foi observado na comida a quilo. Quem almoça no estabelecimento do Fábio, tem que desembolsar R$ 46,90. 

“Mesmo com o reajuste, o consumidor não tem se afastado, mas ele vem e come menos”, ressaltou Fábio. No centro da cidade, não é difícil encontrar quem vai e vem pelas ruas e avenidas com marmita na mão. É raro, mas tem restaurante em Colatina que ainda não aumentou o preço das refeições. 

Assim, pesquisar restaurantes pode ser uma boa saída para evitar gastos que podem comprometer parte do seu salário no fim do mês.

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2 comentários

  1. Lucimar becalli soares

    A comida do Fábio e maravilhosa,vale a pena comer lá,eu já comi e uma delícia,e quem indico de Itaguacu que vai lá diz a mesma coisa,Vale a pena pagar porque e maravilhosa.

  2. Francisco

    Com a Petrobrás investindo em reais para produzir combustíveis e equiparando ao dólar o preço de venda no mercado interno, a tendência é aumentar o preço de tudo que depende de transporte rodoviário.

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