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Após duas semanas de queda, preço da gasolina volta a subir nesta quinta (1º) em Colatina

Durou pouco a alegria dos consumidores no Brasil. Em Colatina, o motorista mal sentiu, no bolso, o alívio de pagar alguns centavos a menos pela gasolina e já vai ter que apertar o cinto novamente, porque um novo aumento tem hora e data para começar a valer. Duas semanas depois da Petrobras anunciar redução no […]

Por ES Fala
· 1 min de leitura · Sem comentários
Após duas semanas de queda, preço da gasolina volta a subir nesta quinta (1º) em Colatina
Greve de caminhoneiros provoca fila para abastecimento de combustível em posto de gasolina no Rio de Janeiro.

Durou pouco a alegria dos consumidores no Brasil. Em Colatina, o motorista mal sentiu, no bolso, o alívio de pagar alguns centavos a menos pela gasolina e já vai ter que apertar o cinto novamente, porque um novo aumento tem hora e data para começar a valer.

Duas semanas depois da Petrobras anunciar redução no valor por litro, o preço vai aumentar de novo, nesta quinta-feira (1º), quando passará a vigorar o ICMS único em quase todo o País. A partir de agora, o tributo vai ser cobrado em valores e não mais em percentual. Os Estados determinaram uma alíquota fixa de R$ 1,22 por litro. Na prática, isso significa que do preço de cada litro que entra no tanque do veículo do consumidor, o valor de R$ 1,22 vai para os cofres dos governos estaduais.

Apenas nos estados de Alagoas, Amazonas e Piauí haverá queda.

A mudança no ICMS  da gasolina nesta quinta-feira (1º) virá acompanhada de outra alteração. É que está prevista a volta integral da cobrança de impostos federais (PIS/Cofins e Cide) sobre a gasolina e o etanol, que foi zerada no período eleitoral pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e mantida parcialmente pelo governo Lula, até o dia 30 de junho, via medida provisória. É bom ressaltar que o preço cobrado na bomba é livre, cabendo a cada posto definir seu valor.

Certamente que os novos valores a serem repassados para os consumidores vão irritar quem trabalha diretamente com a gasolina e não pode ficar sem. A maioria reclama dos aumentos sucessivos. Teve até o caso de um frentista que afirmou estar a mais de um ano sem nenhum cliente pedir para encher o tanque no posto onde ele trabalha.

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