MPES e Governo do Estado alinham ações para o cumprimento do acordo de repactuação da tragédia do Rio Doce
Com o objetivo de alinhar as ações em atuação integrada para garantir o cumprimento do acordo de repactuação do Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) da tragédia do Rio Doce, ocorrida em 2015, foi realizada na última segunda-feira (18/11), uma reunião na Procuradoria-Geral de Justiça, em Vitória, com representantes do Ministério Público do […]

Com o objetivo de alinhar as ações em atuação integrada para garantir o cumprimento do acordo de repactuação do Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) da tragédia do Rio Doce, ocorrida em 2015, foi realizada na última segunda-feira (18/11), uma reunião na Procuradoria-Geral de Justiça, em Vitória, com representantes do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) e do Governo do Estado.
Estiveram presentes no encontro a Subprocuradora-Geral de Justiça Institucional, Luciana Gomes Ferreira de Andrade; a coordenadora do Grupo de Trabalho de Recuperação do Rio Doce (GTRD), Promotora de Justiça Elaine Costa de Lima; o Secretário Chefe da Casa Civil do Governo do Estado do Espírito Santo, José Maria de Abreu Júnior; o Subsecretário da Casa Civil para Assuntos Administrativos, Ricardo Iannotti da Rocha; e a Superintendente Estadual de Comunicação Social, Flávia Regina Dallapicola Texeira Mignoni.
Durante a reunião foram tratadas as estratégias necessárias para alinhar uma atuação conjunta do MPES e do Governo do Estado para comunicar, sobretudo à população atingida pelo desastre e que será indenizada com o acordo, a respeito das próximas ações do cumprimento da repactuação. Também foi discutido formas de elucidar os beneficiados sobre como será feito o pagamento das indenizações.
O acordo prevê o pagamento de cerca de R$ 170 bilhões pelas mineradoras Vale e BHP Billiton, responsáveis pela Samarco, em ações reparatórias e compensatórias que, em parte, será destinado aos atingidos do Espírito Santo. Também estabelece o pagamento de R$ 35 mil para atingidos em geral, e de R$ 95 mil para pescadores e agricultores, em 11 municípios do Estado.
5 comentários
- Vera
Porque insiste em pagar indenização a pescadores , pois eles já receberam, só os outros que foram prejudicados que não, será que só eles tem direito ? Ou todos que foram prejudicados? Porque o Rio doce se fosse de ser de ser recuperado , nesses nove anos já tinha dado jeito, o Rio doce foi destruído e os responsável ficaram de boa.
- Vera
Sabi de uma coisa, justiça só divina , tudo que as pessoas dizem já foi dito
- Vera
Sabi não pedi mais comentários, nada vale pra vocês, pois não foram prejudicados
- Evandro Santos Paiom Evandro Paiom
Porque não são vocês que compram de 3 a 4 galões de água mineral por semana.
- Neuza Maria Ribeiro
Nos que não temos condições de comprar água mineral estamos todos com a saúde debilitado




