Um homicídio foi registrado na madrugada deste sábado (14) no bairro Luiz Iglésias, em Colatina. A vítima, identificada como Alan Vinicius Flores Carreiro, conhecido como “Kbelin”, foi encontrada morta com dois tiros no rosto, disparados à queima-roupa. O crime ocorreu dentro da residência onde a vítima estava com familiares.
De acordo com informações, dois homens em uma motocicleta CB 300 de cor clara foram vistos deixando o local após o crime. No momento dos disparos, os proprietários da residência, José Justino e Maria Luzia, estavam na casa. José relatou que chegou a esbarrar com um dos suspeitos no escuro, mas pensou se tratar de um familiar.
Segundo o relato de familiares, o filho, que frequentemente dormia no quarto que ocorreu o homicídio, dormiu no quarto da irmã, Mariely, a pedido dela. Na madrugada do crime, a mulher teria deixado o quarto trancado com irmão dentro e saiu, deixando as portas da casa abertas.
SIGA O INSTAGRAM DO PORTAL DE NOTÍCIAS ES FALA: @esfalaoficial

Alan Vinicius Flores Carreiro, conhecido como “Kbelin” foi executado.
Os peritos da Polícia Científica encontraram dois orifícios de entrada de projéteis calibre 9mm no rosto de Alan e recolheram três cápsulas deflagradas. O celular da vítima foi levado pelos criminosos, sendo encontrado apenas o carregador do aparelho na tomada.
Durante a vistoria nos cômodos da residência, autorizada pelo senhor José, a polícia localizou no quarto de Mariely duas buchas de maconha, uma faca e R$ 81 em dinheiro. Os itens levantaram suspeitas devido ao histórico da moradora, que já possui passagem por tráfico de drogas. No quarto da vítima, foram encontrados um punhal e a caixa do celular levado pelos suspeitos.
A mulher admitiu ser dona dos objetos encontrados em seu quarto e informou que estava no terraço fumando no momento em que os criminosos chegaram. Ela relatou ter fugido para uma área de mata e perdido seu celular durante a fuga, mas, contraditoriamente, seu irmão afirmou ter conseguido entrar em contato com ela pelo aparelho.
Investigação
Diante das evidências e do depoimento contraditório, a polícia conduziu Mariely à Delegacia de Polícia Judiciária (DPJ) para prestar esclarecimentos. A investigação segue em andamento, e a polícia busca identificar os autores do crime e esclarecer o envolvimento de possíveis suspeitos.















