IBGE revela nomes mais comuns e os mais inusitados do Espírito Santo com dados do Censo 2022

Nova edição do site “Nomes no Brasil” mostra tradição capixaba com Maria e José no topo, mas também surpreende com Chester, Esposa, Ceia, Iras e até 100 Jãos

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a segunda edição do site Nomes no Brasil, agora atualizado com informações do Censo Demográfico 2022. A plataforma permite consultar a popularidade de nomes e sobrenomes em todas as regiões do país e, como sempre, despertou a curiosidade de quem gosta de explorar as peculiaridades do registro civil brasileiro.

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Ao analisar os dados do Espírito Santo, o levantamento mostra que os capixabas continuam fiéis à tradição. Maria permanece soberana como o nome mais frequente do Estado, seguida por clássicos como José, Ana e João.

Mas, além dos nomes tradicionais, a criatividade capixaba também chama atenção — e rende boas histórias.

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Entre tradições e surpresas: os nomes mais curiosos do ES

Alguns registros encontrados no levantamento chamam a atenção pela originalidade e, às vezes, pelo humor involuntário. Entre eles, nomes que vão de referências bíblicas a construções sonoras improváveis, passando até por inspirações natalinas:

  • 167 Santinhas — O Espírito Santo fazendo jus ao nome.
  • 396 Divinos — Quase 400 pessoas já chegam ao mundo com aura própria.
  • 18 Ceias — Para essas, dezembro deve ser um mês bastante simbólico.
  • 21 Chesters — A dúvida é inevitável: o Natal é uma data sensível para eles?
  • 17 Dores — Um nome que inspira cuidado e empatia.
  • 39 Cosmas — Que provavelmente passam outubro explicando que não é festa de Cosme e Damião.
  • 66 Eulas — Um nome tão singular que até parece uma pergunta: “Eu lá?”.
  • 26 Estes, 18 Eles e 17 Esposas — Criatividade em seu estado mais puro.
  • 15 Estrelas — O brilho capixaba até no RG.
  • 24 Ides — Uma clara referência bíblica que realmente se multiplicou.
  • 22 Iras — Essas ninguém quer irritar.
  • 16 Inocências — Nome com jeitinho de novela das seis.
  • 100 Jãos e 93 Joas — Com acento ou sem, inovação vale mais que ortografia.
  • 83 Jobs — E havia Jobs muito antes do LinkedIn.
  • 24 Judas — Em terras capixabas, até Judas é mais comum do que se imagina.
  • 23 Vinicuis — O clássico caso de troca de letras na hora do registro.
  • 20 Vascos — Homenagem a Portugal? Ao time? Ou apenas inspiração espontânea?

Criatividade capixaba sem limites

O novo levantamento do IBGE reforça duas certezas:
Maria continua reinando absoluta, e o capixaba não economiza originalidade ao registrar seus filhos. As escolhas variam entre referências religiosas, afetivas, estilísticas, fonéticas ou simplesmente misteriosas.

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Com a plataforma atualizada, qualquer pessoa pode consultar quantos brasileiros compartilham seu nome — ou descobrir que o vizinho realmente se chama Divino, Estrela, Ceia, Jão ou Vinicuis.

E, se encontrar por aí um Chester ou uma Esposa, não estranhe:
o IBGE confirmou — é verdade mesmo.

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