Segue até esta sexta-feira (29), no Centro de Ciência de Colatina, a Caravana de Educação Sanitária, iniciativa voltada à capacitação e conscientização sobre a prevenção e vigilância da monilíase do cacaueiro, considerada uma das principais ameaças fitossanitárias para a produção de cacau nas Américas.
A programação conta com atividades técnicas e educativas voltadas à formação de profissionais que atuarão como multiplicadores de informações relacionadas à prevenção, identificação e controle da doença.
Participam do evento servidores do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além de professores e técnicos do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), servidores da Prefeitura de Colatina, produtores rurais, associações de produtores, profissionais da iniciativa privada e estudantes da área agropecuária.
A abertura da caravana contou com a presença do prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, do superintendente Federal de Agricultura do Espírito Santo, Guilherme Gomes de Souza, e do gerente regional do Idaf em Colatina, Rafael Rebelo de Oliveira Albane, além de representantes da Superintendência Federal de Agricultura (SFA-ES), Idaf e demais instituições parceiras.
Durante o evento, cerca de 40 participantes foram divididos em oito equipes para a realização de atividades dinâmicas, rodas de conversa e capacitações práticas sobre o tema. A programação inclui palestras técnicas, metodologias ativas e orientações relacionadas à identificação da doença, sintomas, formas de disseminação, controle e cuidados necessários para evitar a propagação do fungo.
A Caravana de Educação Sanitária é uma realização da Superintendência Federal de Agricultura (SFA/ES) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), com apoio da Prefeitura de Colatina e instituições parceiras.
Entenda a doença
A monilíase do cacaueiro é causada por um fungo que ataca os frutos do cacau, provocando perdas significativas na produção. A doença é considerada uma das maiores ameaças à cadeia produtiva do cacau devido aos impactos econômicos, sociais e ambientais causados aos agricultores e ao setor agrícola.















