Três homens armados atiram contra comércio da família de sargento após ameaça em cidade do Norte do ES
Ataque ocorrido durante a madrugada é investigado como possível represália depois que militar teria se posicionado contra o tráfico de drogas nas proximidades; suspeitos aparecem encapuzados em imagens

Um ataque a tiros contra o comércio pertencente à família de um sargento da Polícia Militar é investigado como uma possível represália no município de Jaguaré, no Norte do Espírito Santo.
A ocorrência aconteceu por volta das 4h40 da madrugada, no bairro Seac. Segundo informações obtidas pelo ES FALA, três homens encapuzados e aparentemente armados foram registrados nas proximidades do estabelecimento.
Diversos disparos foram efetuados em direção ao comércio.
VEM AÍ… ES FALA ENTREVISTAS, com Cirilo de Tarso, no canal do ES FALA no YouTube.
Crédito leitor
A suspeita relatada na ocorrência é de que o ataque tenha relação com uma intervenção feita anteriormente pelo militar contra a suposta comercialização de drogas nas proximidades do estabelecimento de sua família.
Pedido para não traficar no local teria antecedido ataque
Segundo as informações disponíveis, no dia anterior ao ataque o sargento teria abordado um homem e solicitado que ele não praticasse tráfico de drogas naquele local.
Após a intervenção, o homem teria feito uma ameaça, afirmando que a situação “não ficaria daquela maneira”.
Horas depois, já durante a madrugada, ocorreu o ataque.
A possível ligação entre os dois episódios deverá ser investigada pelas autoridades. Neste momento, não é possível afirmar que a ameaça e os disparos tenham sido praticados pelas mesmas pessoas.
Três encapuzados aparecem em imagens
Imagens relacionadas à ocorrência foram verificadas durante o atendimento e mostram três indivíduos usando roupas escuras e capuzes.
Segundo a descrição registrada, dois aparentavam portar revólveres, enquanto o terceiro estaria com uma pistola.
Após os disparos, foram realizadas buscas e um cerco nas proximidades, mas nenhum suspeito foi localizado.
Durante as diligências, uma pessoa que preferiu não se identificar por medo de represálias apresentou informações sobre possíveis envolvidos e também relacionou o ataque à atuação do sargento contra o tráfico na região.
Por se tratar de informações ainda sujeitas à investigação e sem confirmação definitiva de autoria, o ES FALA preserva os nomes das pessoas apontadas como possíveis suspeitas.




