Veja quais são os 24 serviços essenciais que podem funcionar em Colatina na quarentena

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no email
Compartilhar no print

O comércio e serviços não essenciais de Colatina vão ficar fechados durante os 14 dias da quarentena anunciada pelo Governo do Estado nesta terça-feira (16). As medidas estão sendo adotadas por causa do aumento do número de óbitos, de contagiados e da ocupação de leitos hospitalares em decorrência da Covid-19.

As regras foram apresentadas pelo Governador Renato Casagrande durante coletiva de imprensa virtual realizada nesta terça-feira (16), mesmo dia em que a taxa de ocupação nas UTIs chegou a 91,05%. Na enfermaria, o índice é 79,77%. De acordo com o Secretário da Saúde, Nésio Fernandes, desde a última quarta-feira (10), o Estado registra aumentos intensos nas internações.

De acordo com as informações dispostas nas Medidas Restritivas em Favor da Vida, a partir desta quinta-feira (18) até o próximo dia 31, devem ser mantidas em operação somente os serviços essenciais. Mas, afinal, quais atividades são essas?

SERVIÇOS ESSENCIAIS

– Assistência à saúde, incluindo serviços médicos e hospitalares;

– Serviços públicos considerados essenciais, de acordo com a manifestação do poder, órgão ou entidade;

– Atividades industriais;- Assistência social e atendimento à população em situação de vulnerabilidade;

– Atividades de segurança pública e privada, incluindo a vigilância, a guarda e a custódia de presos;

– Atividades envolvendo produtos de saúde, higiene e gênero alimentícios, incluindo atividades agropecuária, farmácia, comércio atacadista, hipermercado, supermercado, mini mercados, hortifrúti, padarias e lojas de produtos alimentícios;

– Atividades envolvendo equipamentos de infraestrutura, instalações, máquinas e equipamentos em geral, incluindo elevadores, escadas rolante e equipamentos de refrigeração e climatização;

– Atividades envolvendo insumos necessários aos serviços essenciais, incluindo lojas de insumos agrícolas e loja de material de construção civil;

– Comercialização de produtos e serviços de cuidados animais;

– Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica;

– Transporte público coletivo; de passageiros por táxi e transporte privado e urbano por meio de aplicativo, para atendimento a serviços e atividades essenciais;

– Casa de peças e oficinas de veículos automotores;

– Telecomunicações, internet, serviços relacionados à tecnologia da informação e de processamento de dados, para suporte de atividades essenciais;

– Serviços funerários;- Agências funerárias, casas lotéricas e serviços postais;    

– Atividades de construção civil;

– Atividades de petróleo, combustíveis, biocombustíveis, gás liquefeito de petróleo e demais derivados de petróleo, incluindo postos de combustíveis, produção, transporte e distribuição de gás natural;

– Serviço de distribuição de água, incluindo distribuidoras de água a granel ou envasada;

– Atividades de jornalismo e de radiodifusão sonora e de sons e imagens;

– Serviço de limpeza urbana e coleta de lixo;

– Hotéis, pousadas e afins limitada a 50% de sua capacidade;

– Atividades, Igrejas e templos religiosos, com cultos e missas, preferencialmente virtuais, respeitando o atendimento virtual;- Atividade de pesca no mar e;

– Atividade de Locação de veículos.

5 respostas

  1. A melhor opção é fechar tudoooooo..Abrindo alguns estabelecimentos, as pessoas não ficaram em casa e diminuir a frota de ônibus…ok

  2. Infelizmente muitos não entendem o que é ficar em casa,o centro e redondezas esta sempre lotado,enquanto tiver alguma loja funcionando,odeio pensar nisso mais acho que no momento deveria fechar tudo e as prioridades deveriam funcionar através de aplicativos online

    1. Paga meu aluguel??? Minha água??? Minha energia??? Meus funcionários??? Ae concordarei com vc e não vou demitir nenhum, fora isso segunda feita estou demitindo 5 funcionários…

  3. Se hovesse mais focalização e tivesse mais informação a respeito da gravidade da situação, nao orecisava feichar nada.O provlema é que o governo nao faz nai fiscaliza so pune as emoresas menores, nao fiscaluza as linhas de onibus circular a quem sofre as consequências é o comerciante e o povo,que com certeza mais cedo ou maus tarde vai chegar a conta,aliás já está chegando gasolina o óleo diesel e o transporte e por conseqüência o alimento.
    O pais não pode parar, quem tem que tomar vergonha na cara e se proteger são as pessoas, fazer higiene das mãos lavado e usando alcool gel e usando mascara e os governantes tem que fazer sua parte, que é fiscalizar e oferecer insumas a população, como mascaras e alcool gel quando por caso esqueceram, não tem como comprar .

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Receba notícias exclusivas diariamente no seu celular