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Black Friday movimenta expectativas no comércio de Colatina, mas consumidores ainda mostram cautela

Lojistas apostam no 13º salário e em descontos agressivos para recuperar vendas antes do Natal

Por ES Fala
· 2 min de leitura · Sem comentários
Black Friday movimenta expectativas no comércio de Colatina, mas consumidores ainda mostram cautela

Com a chegada da Black Friday, marcada para o próximo fim de semana, o comércio de Colatina se prepara para um dos períodos mais aguardados do ano. Após meses de vendas abaixo do esperado, lojistas do Centro estão otimistas e enxergam nas promoções uma oportunidade para fortalecer o movimento e recuperar parte do faturamento antes das festas.

Comerciantes ouvidos pelo ES FALA afirmam que a expectativa é positiva. “A gente espera que agora dê uma alavancada nas vendas, porque esses últimos dois meses foram bem parados. Agora, com o décimo terceiro e a Black Friday, acredito que vai dar uma melhorada boa. Temos bastante peças para colocar pela metade do preço”, conta um empresário.

Mesmo com a forte concorrência das plataformas online, os comerciantes acreditam que o atendimento presencial segue como diferencial importante. A previsão é que o movimento nas lojas físicas aumente ao longo da semana, impulsionado pelas promoções, pelo pagamento do 13º salário e pela busca por presentes de fim de ano.

Apesar do otimismo dos lojistas, a Black Friday ainda não empolgou boa parte dos consumidores de Colatina e das cidades vizinhas que frequentam o comércio local. O movimento nas lojas nesta segunda-feira (24) foi tranquilo, com poucas filas e circulação moderada nos corredores comerciais.

Os comerciantes tentam atrair compradores com cartazes e vitrines recheadas de ofertas, mas o público segue desconfiado com os preços — especialmente diante de promoções anunciadas antes da data oficial. Em 2025, a Black Friday será em 28 de novembro, mas muitas lojas do Centro já começaram os descontos no início do mês.

Especialistas recomendam que o consumidor faça planejamento e pesquisa de preços para evitar frustrações e aquela sensação comum de que a promoção “não era tudo aquilo”.

O comércio agora aguarda os próximos dias para confirmar se a Black Friday será suficiente para impulsionar as vendas e recuperar o ritmo menos acelerado no segundo semestre.

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